É possível mitigar os impactos ambientais causados pela atividade pecuária?
Sim, é possível! E sobre este aspecto, no dia 10 de dezembro de 2008 foi realizado em Brasília o Workshop sobre Sustentabilidade na Pecuária de Corte, cuja finalidade principal foi a elaboração de um documento com diretrizes para a proposta do Plano de Ação da Cadeia Produtiva da Carne Bovina, principalmente visando a diminuição das emissões de gases de efeito estufa como o metano.
Nesta oportunidade o professor Paulo Henrique Mazza da USP, apresentou resultados comprovando que o simples fato de se utilizar tecnologias que diminua a idade de abate dos bovinos, de 05 para 03 anos, pode diminuir em até 30% a emissão de metano.
Durante o evento outras medidas foram apresentadas no sentido de se viabilizar a sustentabilidade ambiental da pecuária brasileira, dentre elas foram citadas questões relacionadas ao controle do desmatamento e queimadas, recuperação de áreas degradadas com ênfase na otimização da produtividade através da utilização de forrageiras de melhor qualidade, manejo adequado das pastagens, além de implantação de sistemas silvipastoris e agrossilvipastoris.
Sobre tais medidas mitigadoras, iremos nos aprofundar em uma oportunidade próxima.
Sim, é possível! E sobre este aspecto, no dia 10 de dezembro de 2008 foi realizado em Brasília o Workshop sobre Sustentabilidade na Pecuária de Corte, cuja finalidade principal foi a elaboração de um documento com diretrizes para a proposta do Plano de Ação da Cadeia Produtiva da Carne Bovina, principalmente visando a diminuição das emissões de gases de efeito estufa como o metano.
Nesta oportunidade o professor Paulo Henrique Mazza da USP, apresentou resultados comprovando que o simples fato de se utilizar tecnologias que diminua a idade de abate dos bovinos, de 05 para 03 anos, pode diminuir em até 30% a emissão de metano.
Durante o evento outras medidas foram apresentadas no sentido de se viabilizar a sustentabilidade ambiental da pecuária brasileira, dentre elas foram citadas questões relacionadas ao controle do desmatamento e queimadas, recuperação de áreas degradadas com ênfase na otimização da produtividade através da utilização de forrageiras de melhor qualidade, manejo adequado das pastagens, além de implantação de sistemas silvipastoris e agrossilvipastoris.
Sobre tais medidas mitigadoras, iremos nos aprofundar em uma oportunidade próxima.
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